TEMAS
Sansão
24-Jan-2026
By: Toni Campos
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Sombras do Nazireu
O silêncio cobria Israel, o povo gemia sob o jugo filisteu.
Uma mulher estéril caminhava no campo, carregando em si o peso da ausência.
Um anjo apareceu diante dela, luz cortando a sombra.
Anjo: — “Darás à luz um filho. Ele será nazireu, consagrado desde o ventre.”
Mulher: — “Como pode ser? Eu nunca concebi.”
Anjo: — “Não tocará vinho, não cortará os cabelos. Sua força virá do Senhor.”
O marido ouviu e tremeu.
Homem: — “Quem és tu que falas com tanto poder?”
Anjo: — “Sou mensageiro do Altíssimo. Não temas.”
O casal caiu de joelhos, lágrimas misturadas ao pó.
Voz de Deus:
— “Minha promessa não falha. Este menino será sinal de libertação.”
A mulher tocou o ventre vazio, já sentindo vida pulsar.
Homem: — “Chamaremos seu nome Sansão, sol que nasce em meio à escuridão.”
O povo ainda sofria, mas uma esperança secreta germinava. O destino começava a se desenhar.
Sansão cresceu, vigoroso, olhos ardendo como fogo.
Pai: — “Lembra-te do voto, filho. Não é tua força, é a força de Deus.”
Sansão: — “Minha mão esmagará qualquer fera. Não temo nada.”
Um leão surgiu no caminho, rugindo contra ele. Sansão rasgou-o com as mãos nuas, sem espada.
Voz de Deus:
— “A força não é tua. É minha.”
Sansão sorriu, orgulhoso:
— “O mundo se curva diante de mim.”
O coração, porém, buscava paixões.
Ele amou mulheres estrangeiras, contra o voto.
Mãe: — “Filho, não te mistures com quem não conhece o Senhor.”
Sansão: — “O amor não conhece fronteiras.”
Dalila surgiu, olhos como armadilhas.
Dalila: — “Se me amas, revela-me o segredo da tua força.”
Sansão: — “O amor não pede correntes… mas o coração é fraco diante da beleza.”
Deus silenciou, deixando-o escolher.
Dalila insistiu, noite após noite.
Dalila: — “Dize-me, Sansão. Onde repousa tua força?”
Sansão mentiu três vezes, mas o desejo venceu.
Sansão: — “Se cortarem meus cabelos, serei como qualquer homem.”
Dalila sorriu, traição escondida no véu.
Filisteus entraram, cortaram-lhe os cabelos.
Sansão despertou fraco, sem vigor.
Voz de Deus: silêncio.
Filisteus arrancaram seus olhos, correntes pesadas o prenderam.
Sansão: — “Senhor, eu quebrei o voto. Troquei tua promessa por carícias.”
Ele foi levado ao templo, zombado pelo povo.
Filisteus: — “Nosso deus venceu o homem de Israel!”
Sansão, cego, tocou as colunas.
Sansão: — “Senhor, lembra-te de mim. Dá-me força uma última vez.”
A força retornou, e o templo desmoronou.
O pó cobriu tudo, gritos se calaram. Sansão caiu junto aos inimigos.
“Na morte, encontrou redenção.”
Deus falou: — “Mesmo os que tropeçam podem ser instrumentos da minha vontade.”
O povo de Israel viu a queda e chorou.
Pai e mãe recolheram o corpo do filho.
Mãe: — “Ele foi sol e sombra, força e fraqueza.”
Pai: — “Mas no fim, cumpriu seu destino.”
O silêncio voltou, mas agora carregava esperança.
Voz de Deus: — “Minha força se aperfeiçoa na fraqueza.”
O templo destruído tornou-se símbolo de libertação.
Israel respirou, ainda sob opressão, mas com fé renovada.
Sansão foi lembrado como juiz, herói e mártir.
Sua história ecoou como advertência e promessa.
O sol se pôs, mas a memória permaneceu.
Fonte: (Bíblia; IA Copilot)
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Toni Campos
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