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Diante de Mim

07-Out-2025

By: Toni Campos

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Uma Canção do Amor Divino

Prefácio:- O Sussurro do Infinito

Antes que houvesse tempo, havia Amor. Não um amor humano, limitado por desejos e medos, mas um Amor que pulsa no centro de todas as coisas.

Quando o Eterno pronunciou “Não haverá outros deuses diante de mim”, não foi um grito de ciúmes, mas um chamado à exclusividade de um relacionamento que transcende o cosmos.

Esta é a história de almas que aprenderam a ouvir esse sussurro — e a responder com entrega.

Jardim Esquecido

No início, havia comunhão. O homem caminhava com Deus entre os lírios e os cedros. Mas com o tempo, outros nomes foram sussurrados ao coração humano — nomes que prometiam poder, controle, prazer. Ídolos de pedra e de pensamento.

O jardim se cobriu de névoa, e o Amor parecia distante.

Mas mesmo ali, entre os espinhos, o Eterno não se calou. Ele esperava. Como quem ama sem exigir, mas jamais deixa de chamar.

O Monte e o Fogo

No deserto, um povo escravizado foi libertado. No topo de um monte envolto em fumaça, Deus falou. “Não haverá outros deuses diante de mim.”

Não como ameaça, mas como aliança. Como quem diz: “Não divida seu coração — eu sou suficiente.”

O povo tremeu. Alguns entenderam, outros temeram. Mas ali nasceu uma promessa: que o Amor seria sempre fiel, mesmo quando traído.

Os Deuses de Dentro

Séculos se passaram. Os deuses mudaram de forma. Já não eram estátuas, mas ambições, vaidades, medos. O coração humano tornou-se um altar instável.

E mesmo assim, o Amor não desistiu.

Profetas surgiram como trovões e como brisas. Diziam: “Voltem. Ele ainda os ama.” E alguns voltaram. E foram recebidos com festa.

O Deus Que Se Fez Homem

Então, o Amor fez o impensável. Tornou-se carne. Caminhou entre os rejeitados, tocou os impuros, chorou com os aflitos. Não exigiu adoração — ofereceu presença.

Na cruz, não havia outro deus. Só o Amor, despido de glória, dizendo: “Eu sou por você.” E ali, o mandamento se cumpriu não por imposição, mas por fascínio.

Quem viu aquele Amor, não quis outro.

O Coração como Templo

Hoje, o convite permanece. “Não haverá outros deuses diante de mim” ecoa como um chamado à liberdade. Não ter outros deuses é não ser escravo de nada.

É viver com o coração inteiro voltado para o Amor que não falha.

Cada escolha, cada gesto, cada silêncio pode ser um altar. E o Eterno, como sempre, espera. Não com pressa, mas com ternura.

Posfácio- O Último Nome

No fim, todos os nomes cairão. O poder, o medo, o ego — tudo se dissolverá. E restará um Nome. Não o nome de um deus distante, mas de um Pai que sempre amou.

“Não haverá outros deuses diante de mim” será então entendido como: “Não haverá mais separação entre nós.”

E o Amor será tudo em todos.

Fonte: (Bíblia; IA Copilot)

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Toni Campos

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